Taxa de juro no crédito à habitação subiu para 0,826%

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro cresceu de 0,857% em abril para 0,970% em maio.

De acordo com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, sobre a análise das Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação, a taxa de juro no crédito à habitação subiu para 0,826%. Quanto ao capital em dívida e prestação mensal, os mesmo fixaram-se em 59 614 euros e 260 euros, respetivamente.

Em maio, a taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,826%, tendo observado 0,805% no mês anterior. No que diz respeito aos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro cresceu de 0,857% em abril para 0,970% em maio.

O capital médio em dívida aumentou 372 euros, no mês em análise, fixando-se em 59 614 euros. Já a prestação média aumentou 3 euros, para 260 euros.

Em maio, a taxa de juro implícita no crédito à habitação registou uma subida para 0,826%, valor superior em 2,1 pontos base (p.b.) ao observado em abril. Quanto aos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi 0,970% (0,857% no período precedente).

Para Aquisição de Habitação, o destino de financiamento mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos subiu para 0,841% (+2,1 p.b. face a abril).

Quanto aos contratos celebrados nos últimos 3 meses, O INE avança que a taxa de juro subiu 11,4 p.b. face ao mês anterior, fixando-se em 0,966%. No que concerne à prestação, considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação aumentou 3 euros, para 260 euros. Deste valor, 42 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 218 euros (84%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação aumentou 4 euros, para 391 euros.

Em maio, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos registou um crescimento de 372 euros face ao mês anterior, fixando-se em 59 614 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio do capital em dívida foi 126 620 euros, mais 1 209 euros que em abril.