Taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 0,811% em junho

O capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 56 462 euros e 235 euros, respetivamente.

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,811% em junho, tendo sido registado 0,820% no mês anterior. De acordo com os dados apresentados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística, nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,677% em maio para 0,693% em junho.

No mês de junho, o capital médio em dívida aumentou 451 euros, fixando-se em 56 462 euros. A prestação média subiu 3 euros, para 235 euros.

Já a taxa de juro implícita no crédito à habitação desceu para 0,811%, valor inferior em 0,9 pontos base ao registado no mês anterior. A taxa de juro foi 0,693% (0,677% no período precedente), nos contratos celebrados nos últimos três meses.

No que respeita à Aquisição de Habitação, para o destino de financiamento o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos desceu para 0,828% (-1,0 p.b. face a maio). Quanto aos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro aumentou pelo segundo mês consecutivo, fixando-se em 0,686% (0,671% no mês anterior).

Segundo o INE, no que concerne à prestação, considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação subiu 3 euros, para 235 euros. Deste valor, 38 euros (16%) correspondem a pagamento de juros e 197 euros (84%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 12 euros, para 292 euros.

De acordo com a análise, em junho, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 451 euros face ao mês anterior, fixando-se em 56 462 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio do capital em dívida foi 114 865 euros, mais 510 euros que em maio.