Ferreira do Zêzere vai receber um novo aldeamento turístico

É nas margens da albufeira de Castelo do Bode que está prevista a construção do novo empreendimento.

O novo aldeamento turístico vai nascer junto ao Lago Azul, nas margens da albufeira de Castelo do Bode, no concelho de Ferreira do Zêzere.  Encontra-se em fase final de licenciamento a construção do novo aldeamento, investimento da empresa EIPWU, Lda., de Luís Filipe Segadães, promotor do concurso 7 Maravilhas, avança em publicação o mediotejo.net.

Com o parecer favorável do Turismo de Portugal, o processo corre a sua tramitação normal estando em fase de aprovação na Câmara Municipal de Ferreira do Zêzere. A 27 de agosto, na última reunião, foram analisados os pareceres jurídico e técnico sobre o pedido de isenção de pagamento de compensações e taxas urbanísticas, no entanto não se chegou a uma decisão final por falta de uma assinatura.

O projeto do aldeamento turístico Zêzere Ecoresort associa-se a um turismo mais sustentável, ocupa um terreno com a área de 211.572 m2, embora a área de intervenção esteja limitada pelo Plano de Ordenamento da Albufeira de Castelo do Bode a uma área de 93.410 m2.

O Zêzere Ecoresort prevê um total de 67 lotes, que inclui um hotel de 10 quartos, uma “Freestyle Academy” (Centro de Desporto) com 10 quartos e 63 lotes de moradias, num total de 152 Unidades de Alojamento Turístico.

O objetivo da construção do novo aldeamento é avançar por fases, na primeira fase, os lotes objeto de licenciamento são o “Freestyle Academy” (Centro de Desporto preparado para o treino de Wakeboard e outras modalidades desportivas de ação com 10 unidades de alojamento e função de receção na primeira fase do empreendimento), sete lotes com unidades de alojamento com tipologias de T1 a T4 e o Centro Social B, perto do embarcadouro com a função adicional de carregador de energia para o barco elétrico do empreendimento turístico, adianta a mesma publicação.

Jacinto Lopes, presidente da autarquia de Ferreira do Zêzere, numa reunião do executivo no final do ano passado elogiou o projeto, as suas preocupações ambientais e acredita que o aldeamento suscite interesse por parte de compradores chineses e japoneses, países onde a vertente ecoturismo tem tido muita aceitação.